Este site foi criado para pesquisas e anúncios de trabalhos educativos relacionados ao meio ambiente, juntando assuntos da Engenharia Ambiental, Biologia e Medicina Veterinária mostrando fotos e vídeos de algumas capturas e solturas de animais peçonhentos e sinantrópicos desta forma navegue e aproveite o conteúdo.
terça-feira, 9 de abril de 2013
Visita Técnica da Turma do Técnico de Meio Ambiente da RIOPETRO na Universidade Estadual do Norte Fluminense –UENF e ao Núcleo de Estudos e Pesquisa em Animais Selvagens – NEPAS.Visita Técnica da Turma do Técnico de Meio Ambiente da RIOPETRO na Universidade Estadual do Norte Fluminense –UENF e ao Núcleo de Estudos e Pesquisa em Animais Selvagens – NEPAS.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
sábado, 23 de março de 2013
Visite Técnica de Meio Ambiente ao Santuário Ecológico em Atafona - São João da Barra - RJ
Visite Técnica de Meio Ambiente ao Santuário Ecológico na foz do Rio Paraíba do Sul no Distrito de Atafona no Município de São João da Barra. Visita realizada no dia 16 de marco de 2013.
Essa visita
contou com a participação dos seguintes alunos:
ANA PAULA
PINTO PESSANHA SIQUEIRA
DEBORAH
CARLA RAMOS BARBOSA
FELIPE DAS
CHAGAS RIBEIRO BAPTISTA
LUIZ
FERNANDO FARIA DE ANDRADE
ROSE
MEIRELES DA SILVA
SHIRLE JEAN
DE SOUZA SOARES
TIAGO
MARTINS FIGUEIREDO
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
domingo, 13 de janeiro de 2013
Mutirão global de limpeza coleta 100 mil toneladas de lixo em um ano.
Mais de seis milhões de voluntários participaram da ação, dizem ativistas. Organizado pela internet, mutirão global envolveu 96 países em 2012.
Mais de seis milhões de voluntários de 96 países coletaram 100 mil toneladas de lixo no ano passado como parte de uma campanha global de limpeza, organizada pela internet, informaram ciber-ambientalistas nesta sexta-feira (11).
“No ano passado a quantidade mais impressionante de voluntários participou da limpeza em Suécia, Bulgária e Eslovênia”, disse Tiina Urm, porta-voz da campanha World Cleanup de 2012.
Cerca de 700 mil suecos, 322 mil búlgaros e 265 mil eslovenos se lançaram a coletar lixo, frequentemente descartado ilegalmente. Os resíduos foram localizados com um software especial que utiliza o Google Maps.
A campanha “Let's do it!” (Vamos fazer) começou em 2008 na Estônia, onde organizadores criaram um software especial para mapear e fotografar 10 mil lixões ilegais em todo o país, que tem 1,3 milhão de habitantes.
Cerca de 700 mil suecos, 322 mil búlgaros e 265 mil eslovenos se lançaram a coletar lixo, frequentemente descartado ilegalmente. Os resíduos foram localizados com um software especial que utiliza o Google Maps.
A campanha “Let's do it!” (Vamos fazer) começou em 2008 na Estônia, onde organizadores criaram um software especial para mapear e fotografar 10 mil lixões ilegais em todo o país, que tem 1,3 milhão de habitantes.
A ação se revelou um sucesso inesperado, quando mais de 50 mil voluntários coletaram 10 mil toneladas de lixo ilegal, retirado de beira de estradas, florestas e cidades em apenas cinco horas.
No entanto a campanha atingiu uma dimensão global somente no ano passado, quando seis milhões de pessoas participaram. “Nos últimos cinco anos, sete milhões de voluntários se engajaram em ações de limpeza”, disse Urm.
Mas, ainda há muito que fazer. De acordo com os incentivadores da campanha, o mundo está mergulhado em 100 milhões de toneladas de lixo ilegalmente descartado.
Um encontro mundial de ciber-ambientalistas será celebrado em fevereiro em Tallinn, na Estônia. Os debates serão focados em formas de expandir a limpeza global.
No entanto a campanha atingiu uma dimensão global somente no ano passado, quando seis milhões de pessoas participaram. “Nos últimos cinco anos, sete milhões de voluntários se engajaram em ações de limpeza”, disse Urm.
Mas, ainda há muito que fazer. De acordo com os incentivadores da campanha, o mundo está mergulhado em 100 milhões de toneladas de lixo ilegalmente descartado.
Um encontro mundial de ciber-ambientalistas será celebrado em fevereiro em Tallinn, na Estônia. Os debates serão focados em formas de expandir a limpeza global.
China emite alerta devido à camada de poluição que cobre metade do país.
Em Pequim, pontos turísticos como a Cidade Proibida ficaram encobertos. Governo pede que máscaras sejam utilizadas por moradores.
A China emitiu neste domingo (13) um alerta devido à densa e prejudicial camada de poluição que cobre desde o início deste fim de semana 12 províncias do país e que em Pequim se transformou em uma das piores nevoas poluentes registradas em uma década, informa a imprensa local.
Os cidadãos de grande parte do norte do país foram chamados a permanecer no interior de suas casas para evitar os efeitos da poluição, que no caso de Pequim foi qualificada de "severamente prejudicial e perigosa".
"Essa é realmente a pior poluição já registrada, não apenas de números oficiais, mas também de números de monitoramento da embaixada norte-americana. Algumas áreas na província (vizinha) de Hebei estão ainda piores do que Pequim", disse Zhou Rong, ativista de clima e energia no Greenpeace.
A camada contaminante permanecerá sobre a capital chinesa por mais três dias devido à má condição meteorológica, evitando que as substâncias poluentes se dispersem, advertiu a agência oficial do país "Xinhua", que aconselhou aos moradores o uso de máscaras quando saírem, além de evitarem o exercício em excesso.
Neste sábado (12), a qualidade do ar em Pequim mostrou partículas com um diâmetro reduzido o suficiente para penetrar nos pulmões em uma amostra de 456 microgramas por metro cúbico, informou o centro municipal de alertas ambientais. A qualidade é considerada boa quando a taxa fica abaixo de 100.
No entanto, uma amostra apresentada pelo site da embaixada dos Estados Unidos na capital chinesa mostrava uma taxa acima de 800. A metrópole apresenta amostras com um valor máximo de 500, com a embaixada americana publicando no Twitter que suas próprias leituras estavam "além do índice".
Pequim já se comprometeu com um cronograma para melhorar a qualidade do ar na cidade, e realocou a maior parte de sua indústria pesada, mas as regiões vizinhas não se comprometeram da mesma maneira, disse Zhou.
"Para Pequim, a limpeza vai levar uma geração, mas outras regiões ainda não têm nem mesmo metas de reduzir a queima de carvão. Aposto que a poluição aqui vem principalmente dessas regiões vizinhas".
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