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domingo, 13 de janeiro de 2013

China emite alerta devido à camada de poluição que cobre metade do país.

Em Pequim, pontos turísticos como a Cidade Proibida ficaram encobertos. Governo pede que máscaras sejam utilizadas por moradores.

A China emitiu neste domingo (13) um alerta devido à densa e prejudicial camada de poluição que cobre desde o início deste fim de semana 12 províncias do país e que em Pequim se transformou em uma das piores nevoas poluentes registradas em uma década, informa a imprensa local.
Os cidadãos de grande parte do norte do país foram chamados a permanecer no interior de suas casas para evitar os efeitos da poluição, que no caso de Pequim foi qualificada de "severamente prejudicial e perigosa".
"Essa é realmente a pior poluição já registrada, não apenas de números oficiais, mas também de números de monitoramento da embaixada norte-americana. Algumas áreas na província (vizinha) de Hebei estão ainda piores do que Pequim", disse Zhou Rong, ativista de clima e energia no Greenpeace.
A camada contaminante permanecerá sobre a capital chinesa por mais três dias devido à má condição meteorológica, evitando que as substâncias poluentes se dispersem, advertiu a agência oficial do país "Xinhua", que aconselhou aos moradores o uso de máscaras quando saírem, além de evitarem o exercício em excesso.
Neste sábado (12), a qualidade do ar em Pequim mostrou partículas com um diâmetro reduzido o suficiente para penetrar nos pulmões em uma amostra de 456 microgramas por metro cúbico, informou o centro municipal de alertas ambientais. A qualidade é considerada boa quando a taxa fica abaixo de 100.
No entanto, uma amostra apresentada pelo site da embaixada dos Estados Unidos na capital chinesa mostrava uma taxa acima de 800. A metrópole apresenta amostras com um valor máximo de 500, com a embaixada americana publicando no Twitter que suas próprias leituras estavam "além do índice".
Pequim já se comprometeu com um cronograma para melhorar a qualidade do ar na cidade, e realocou a maior parte de sua indústria pesada, mas as regiões vizinhas não se comprometeram da mesma maneira, disse Zhou.
"Para Pequim, a limpeza vai levar uma geração, mas outras regiões ainda não têm nem mesmo metas de reduzir a queima de carvão. Aposto que a poluição aqui vem principalmente dessas regiões vizinhas".

"Nossos rios servem de lata de lixo", diz geólogo paraense

Milton Matta alerta para necessidade de cuidar melhor dos rios do Pará. Saúde e qualidade de vida são diretamente afetadas pelas águas, diz.

A capital paraense é contornada por vários rios, onde navegam centenas de embarcações diariamente. Um deles é o rio Guamá, que contorna toda a Universidade Federal do Pará (UFPA). O rio também é, para os ribeirinhos que moram às suas margens, uma fonte de renda e de alimentação. O açaí, um dos principais alimentos do cardápio paraense, também chega às feiras e supermercados da cidade através do rio.

A necessidade de tratar melhor dos rios paraenses, segundo o professor e geólogo Milton Matta, é um fator que influencia diretamente na qualidade de vida da população. "Os rios fazem parte da vida da gente. Dentro do ciclo hidrológico, os rios nos abastecem de água, e são responsáveis pela evaporação, que vai ser responsável pela quantidade de chuva, que vai ser responsável pela nossa temperatura, que vai ser responsável pela qualidade de vida, e assim por diante. Além de também servir para nossa alimentação. Os ribeirinhos é que tratam o açaí e o pescado", explica.

Além da beleza natural, os rios que contornam Belém poderiam ser uma alternativa eficiente de locomoção entre municípios da Região Metropolitana da cidade. Porém, eles funcionam como um depósito de lixo e esgoto, muitas vezes despejado no local pela própria população. "Na Amazônia nós temos dois tipos de estradas para se locomover: as estradas de rodagem, físicas, e também as estradas dos rios. Então a nata, a rede de rios, fornece também essa parte de locomoção do paraense e do amazônida de uma maneira geral. O grande problema que a gente tem é que essas águas superficiais, que também servem para o nosso abastecimento hídrico, para o abastecimento de água, estão quase todas contaminadas. E isso não é privilégio da Amazônia nem do Pará, é uma situação no Brasil inteiro. Cerca de 95% do nosso esgoto é jogado nos rios. Então os nossos rios servem de lata de lixo do nosso esgoto. Isso realmente é um reflexo da falta de políticas relacionadas ao meio ambiente", ressalta o geólogo.

De acordo com Matta, as consequências dessa falta de cuidado com os rios prejudica especialmente aquela população que, todos os dias, entra em contato com essas águas. "Os rios são fonte de alimentação mas se eles estiverem poluídos, os peixes vão sofrer com isso", exemplifica. Segundo ele, faltam projetos de educação ambiental para conscientizar a população.

Uma das consequências dessa lacuna pode ser percebida através do desaparecimento de determinadas bacias urbanas de Belém, segundo o professor. "Nós temos grandes bacias urbanas que estão desaparecendo. A bacia do Mata Fome, por exemplo, está desparecendo. Se nada for feito ela vai sumir, vai ser soterrada por sedimentos. Toda a mata auxiliar foi destruída pela ocupação urbana. E assim como temos o Mata Fome, nós temos também várias bacias na mesma situação", afirma.

Saúde e conscientização ambiental
A influência da qualidade da água na saúde da população também é um ponto para qual o geólogo chama a atenção. "De 60 a 65% da ocupação dos nossos hospitais, das grandes metrópoles, são com doenças de veiculação hídrica, são doenças causadas pela água. Então existem as águas boas e as águas más. As boas são aquelas que nos alimentam, que nos trazem tudo que a gente precisa para o corpo humano. Mas existem as águas más também, que nos abastecem de doenças e podem nos levar a morte. Então isso aí é uma situação de saúde pública. E os órgãos competentes tem que se preocupar", alerta.

Quanto à população, para Matta, a conscientização é um passo que precisa ser dado urgentemente, porém com o apoio de políticas públicas específicas para o meio ambiente. "A população pode sim ajudar. Mas é difícil você pegar uma população da periferia, que não
tem educação, que não tem nem o que comer, não tem água potável para beber, e dizer que não pode jogar um lixo no rio. Eles não entendem isso. Eles só vão entender se houver uma política realmente de educação ambiental", ressalta.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Casa Perfeita - Engenharia Z.N Construções



Obra iniciada no dia 23 de abril de 2012,  engenharia civil coordenada pela empresa Z.N.Construções Ltda. Nessa empresa eu confio.

Mais Fotos:

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A 1º CAVALGA TRIO estará no comando do Locutor IGOR FERRAZ, dominada por um


TRIO ELÉTRICO.

 Com saída as 10:00 RHS da manha da associação moradores de PIPEIRAS.

 Com chegada as 13:00 RHS da tarde no

PIPEIRAS COUNTRY SHOW.



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Secretaria de Meio Ambiente realizada 1ª Caminhada da Consciência Global.



A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Presidente Kennedy realiza no próximo dia 30/11, quarta-feira, a 1ª Caminhada da Consciência Global.


A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Presidente Kennedy realiza no próximo dia 30/11, quarta-feira, a 1ª Caminhada da Consciência Global. A saída será do centro da cidade, às 7h30, no sentido à Santana Feliz, sede da respectiva secretaria.
O objetivo principal da atividade esportiva é alertar a população local quanto aos danos causados pelo aquecimento global e a produção de carbono.

Como o tema faz parte do dia-a-dia e é de interesse de toda a sociedade, o secretário de Meio Ambiente Márcio Roberto Alves da Silva aposta na ampla participação popular, além do envolvimento de todas as escolas e secretarias municipais.

Para isso, o secretário deve contar com parcerias das secretarias de Educação, Cultura, Comunicação, Esportes, Saúde e Segurança Pública, além das escolas Beri Barreto de Araújo, São Salvador Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Presidente Kennedy” e Curso Técnico de Meio Ambiente.

As inscrições devem ser feitas na própria Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Cada participante estará recebendo uma camisa e um crachá de identificação na hora do evento.

Senadores da Comissão de Meio Ambiente observam recuperação em áreas de preservação

Senadores da Comissão de Meio Ambiente (CMA), que estão trabalhando no projeto do novo Código Florestal, realizaram no último sábado, no município de Querência, uma diligência externa para conhecer experiências de agricultura sustentável e recomposição de áreas de preservação permanente (APPs) e reservas legais.

A diligência foi liderada pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente, senador Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), e contou com os senadores Jorge Viana (PT/AC), Waldemir Moka (PMDB/MS) e os senadores de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), Pedro Taques (PDT) e Jayme Campos (DEM).

Os senadores visitaram a fazenda Tanguro, do Grupo Amaggi, empresa da família do senador Blairo Maggi e considerada modelo em práticas ambientais sustentáveis. A propriedade tem 80 mil hectares, dos quais 36 mil cobertos com soja.

Durante sete horas os senadores percorreram a fazenda e, primeiro,

observaram como é feita a recuperação da mata em áreas de preservação. Foram mostrados exemplos em que a floresta se recompõe naturalmente e o modelo em que é utilizado um coquetel de sementes de plantas forrageiras e posteriormente o plantio manual de cada árvore para recompor o ambiente em áreas próximas de rios e cursos de água.

Os parâmetros mínimos para a recomposição de APPs ao longo dos rios é um dos aspectos mais polêmicos do novo Código. O substitutivo em exame no Senado já prevê obrigação de o proprietário que desmatou recompor pelo menos 15 metros de mata ciliar em rios com até dez metros de largura. Nesse sentido, o senador Rodrigo Rollemberg apresentou emenda propondo faixas de mata a serem recuperadas, em dimensões que variam conforme a largura dos rios. O parlamentar busca acordo entre os senadores para incluir a emenda no relatório sobre o projeto que o senador Jorge Viana apresentará na CMA, onde o texto tramita neste momento.

O senador Blairo Maggi disse a seus colegas que para grandes produtores o impacto econômico, se a faixa de recuperação for de 15, ou 50 metros, pouco importa, o grande problema será para os pequenos produtores. “O Senado tem que pensar numa forma do novo Código Florestal contemplar estes pequenos produtores e ajudá-los a recompor as suas áreas”, afirmou o senador Waldemir Moka.

Já o senador Jayme Campos, que também é produtor rural, contou a seus colegas que em uma de suas propriedades, no município de Alta Floresta, está recuperando 1.200 hectares em APPs e por se tratar de uma área em que é praticada a pecuária o custo de implantação é mais alto pelo fato de que a área deve ser cercada, para evitar que o gado destrua a área que vai ser formada para preservação. Já nas áreas de agricultura, como a que foi visitada em Querência, não há a necessidade de cercas.

O senador Pedro Taques, que espera que o novo Código Florestal seja votado ainda este ano no Senado para depois retornar à Câmara Federal, afirmou ter sido positiva a visita em uma grande propriedade para observarem como é feita a recuperação de área em uma APP. “Agora, temos que achar uma maneira para transportar este exemplo para as pequenas e médias propriedades, que são a maioria no país”, finalizou Taques.

Na próxima quinta-feira, em Brasília, o senador Jorge Viana deve ler seu relatório sobre o novo Código Florestal na CMA, para depois ser votado em plenário antes de voltar para a Câmara para que os deputados se manifestem sobre as modificações feitas pelos senadores. 

Empresas brasileiras emitem mais Relatórios de Sustentabilidade entre os países do Bric.


As empresas brasileiras, segundo a pesquisa “Emissão de Relatórios de Responsabilidade Corporativa 2011” da KPMG Global, foram as que mais expediram Relatórios de Sustentabilidade (RS) entre as dos países emergentes que fazem parte do bloco do Bric (sigla para Brasil, Rússia, Índia e China). O objetivo do estudo era examinar a tendência na divulgação dessas informações e dados relativos à sustentabilidade. Análise incluiu as 250 maiores companhias listadas na Fortune Global 500 para 2010, em uma relação chamada de G250, e as cem maiores nacionais por receita de 34 países, dentre eles o Brasil, distribuídas por 15 setores industriais em um total de 3.400 empresas avaliadas.
O trabalho apontou que, no Brasil, cerca de 88% das empresas emitem de responsabilidade corporativa ou de sustentabilidade, dez por cento a mais do que o registrado no último estudo, divulgado em 2008, colocando o Brasil em sexto lugar no ranking global, atrás de Países como Inglaterra, Japão e Dinamarca, mas a frente dos Estados Unidos, Finlândia, Holanda e Canadá.. Em comparação com os outros países dos BRICS, o Brasil é atualmente o que mais se preocupa com o tema. A China, que entrou na pesquisa este ano, tem 60% das suas empresas emitindo relatórios corporativos, levando-a a se equiparar como México e com a Suíça. As empresas na Rússia, com 58%, também parecem estar rapidamente incluindo os relatórios como parte de sua estratégia corporativa. A Índia aparece em último lugar entre os quatro países do bloco, com apenas 20%.
Para o gerente de Sustentabilidade da KPMG no Brasil, Ricardo Zibas, as empresas em todo o mundo estão percebendo a importância da emissão de um relatório de sustentabilidade num ambiente de negócio cada vez mais globalizado e competitivo e, no Brasil, não poderia deixar de ser diferente.
“O Relatório de Sustentabilidade deixou de ser apenas um documento de divulgação e passou a ser um imperativo de negócio para muitas empresas no mundo. É visto como uma forma de inovação e aprendizagem, que ajuda as organizações a crescerem no seu negócio e aumentarem o seu valor. Somos um país que está em expansão, onde as empresas já perceberam que precisam do documento para prestar contas à sociedade, para se blindar nas questões referentes ao meio ambiente e até para sair em busca de financiamento e recrutar talentos”, explica.